Women, Writing and the Spectacle of Brazil’s Worldly Modernity

Reading Benjamin Costallat’s Mademoiselle Cinema

Maite Conde
PDF extract preview

This is a PDF-only article. The first page of the PDF of this article appears above.

Resumo

Este ensaio analisa o romance popular Mademoiselle Cinema do escritor carioca Benjamin Costallat. Publicado no começo dos anos 20, Mademoiselle Cinema foi um grande sucesso editorial, vendendo 25 mil exemplares em 1923, e gerou muitas discussões com respeito ao valor da literatura e do escritor na sociedade brasileira moderna. Apesar do impacto do livro, Mademoiselle Cinema mal aparece na história da literatura brasileira moderna que trata mais da cidade de São Paulo e do movimento modernista. Este ensaio examina o romance de Costallat, ressaltando sua relação com discussões sobre a modernidade no Brasil. O ensaio investiga o retrato da protagonista feminina – a mesma “Mademoiselle Cinema” – cuja identidade espetacular está vinculada à modernidade.

This article requires a subscription to view the full text. If you have a subscription you may use the login form below to view the article. Access to this article can also be purchased.

Log in through your institution

Purchase access

You may purchase access to this article. This will require you to create an account if you don't already have one.