Camping Authenticity

Queer Brazilian Fandom and Dragging Icons Across Borders

Joseph Luis Rojas

Abstract

Brazil has been a significant contributor to a global proliferation of drag in recent years. This article examines the transnational circulation of camp drag performance practices via analysis of the music video “Come to Brazil,” by RuPaul’s Drag Race contestant Alaska Thunderfuck. Produced on location in São Paulo, a large Brazilian team had a demonstrable impact on the project’s visual-cultural politics, from bilingual lyrics to representations of Brazilian culture. I argue that “Come to Brazil” uses a tactic I term camping authenticity to multidirectionally “drag” cultural icons across borders and to queer (but leave intact) the nationalracial politics surrounding Afro-Brazilian cultural forms such as samba. The video reveals a more complex landscape of transcultural exchange in which camp, as a constitutive element of queer and trans subjectivities, has a circulatory function and the capacity to delineate transnational consumer communities circumscribed by forms of identification that transcend the nation-state.

O Brasil contribuiu significativamente para uma difusão global de drag nos últimos anos. Este artigo examina a circulação transnacional de práticas de performance de drag camp através da análise do videoclipe “Come to Brazil,” da concorrente de RuPaul’s Drag Race, Alaska Thunderfuck. Produzido em São Paulo, uma grande equipe brasileira teve um impacto demonstrável na política visual-cultural do projeto, desde letras bilíngues até as representações da cultura brasileira. Argumento que “Come to Brazil” usa uma tática que eu chamo de camping authenticity para arrastar multidirecionalmente os ícones culturais pelas fronteiras e transviadar (mas deixar intacta) a política nacional-racial em torno das formas culturais afro-brasileiras, como o samba. O videoclipe revela uma paisagem mais complexa de intercâmbio transcultural e evidencia como o camp, como um elemento constitutivo das subjetividades queer e trans, tem uma função circulatória e a capacidade de delinear comunidades de consumidores transnacionais, circunscritas por formas de identificação que transcendem o estado-nação.

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Resumo

Abstract

Brazil has been a significant contributor to a global proliferation of drag in recent years. This article examines the transnational circulation of camp drag performance practices via analysis of the music video “Come to Brazil,” by RuPaul’s Drag Race contestant Alaska Thunderfuck. Produced on location in São Paulo, a large Brazilian team had a demonstrable impact on the project’s visual-cultural politics, from bilingual lyrics to representations of Brazilian culture. I argue that “Come to Brazil” uses a tactic I term camping authenticity to multidirectionally “drag” cultural icons across borders and to queer (but leave intact) the nationalracial politics surrounding Afro-Brazilian cultural forms such as samba. The video reveals a more complex landscape of transcultural exchange in which camp, as a constitutive element of queer and trans subjectivities, has a circulatory function and the capacity to delineate transnational consumer communities circumscribed by forms of identification that transcend the nation-state.

O Brasil contribuiu significativamente para uma difusão global de drag nos últimos anos. Este artigo examina a circulação transnacional de práticas de performance de drag camp através da análise do videoclipe “Come to Brazil,” da concorrente de RuPaul’s Drag Race, Alaska Thunderfuck. Produzido em São Paulo, uma grande equipe brasileira teve um impacto demonstrável na política visual-cultural do projeto, desde letras bilíngues até as representações da cultura brasileira. Argumento que “Come to Brazil” usa uma tática que eu chamo de camping authenticity para arrastar multidirecionalmente os ícones culturais pelas fronteiras e transviadar (mas deixar intacta) a política nacional-racial em torno das formas culturais afro-brasileiras, como o samba. O videoclipe revela uma paisagem mais complexa de intercâmbio transcultural e evidencia como o camp, como um elemento constitutivo das subjetividades queer e trans, tem uma função circulatória e a capacidade de delinear comunidades de consumidores transnacionais, circunscritas por formas de identificação que transcendem o estado-nação.

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