<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><xml><records><record><source-app name="HighWire" version="7.x">Drupal-HighWire</source-app><ref-type name="Journal Article">17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Campbell, Courtney J.</style></author></authors><secondary-authors></secondary-authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">From Mimicry to Authenticity</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Luso-Brazilian Review</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year><pub-dates><date><style  face="normal" font="default" size="100%">2014-06-01 00:00:00</style></date></pub-dates></dates><pages><style  face="normal" font="default" size="100%">157-181</style></pages><doi><style  face="normal" font="default" size="100%">10.1353/lbr.2014.0011</style></doi><volume><style face="normal" font="default" size="100%">51</style></volume><issue><style face="normal" font="default" size="100%">1</style></issue><abstract><style  face="normal" font="default" size="100%">Este artigo visa a analisar como Roland Corbisier, Nelson Werneck Sodré, Álvaro Vieira Pinto, Guerreiro Ramos e Roberto Campos—todos intelectuais do Instituto Superior dos Estudos Brasileiros (ISEB)—lidaram com os conceitos de cultura, alienação, mimetismo e imperialismo entre 1954 e 1960. Para este fim, oferecemos um contexto histórico e uma análise profunda de três ensaios que Sodré, Corbisier e Campos apresentaram sobre “Situações e alternativas da cultura brasileira” no congresso Introdução aos problemas do Brasil (1955). Também analisamos Consciência e realidade nacional (1960) de Vieira Pinto, O problema nacional do Brasil (1960) de Guerreiro Ramos, e “Situação e alternativas da cultura brasileira” de Roland Corbisier, publicado em Formação e problema da cultura brasileira (1959). Estes textos oferecem interpretações heterogêneas de “cultura”, permitindo uma anâlise abrangente do desenvolvimentismo nacional brasileiro. Concluimos que o discurso isebiano sobre cultura e desenvolvimento nos anos 50 tem um sistema de raízes diversificado, representando um equilíbrio entre a teoria de modernização, o Marxismo nacional e o crescente movimento pós-colonial. Os isebianos empregaram conceitos de imperialismo, liberação, e desenvolvimento no âmbito cultural, produzindo manifestações incipientes do que depois será conhecido como imperialismo cultural. As idéias sobre cultura e desenvolvimento geradas no ISEB foram marcantes ao longo da segunda metade do século vinte e, até hoje, continuam influenciando os movimentos sociais e o pensamento social, tanto brasileiro quanto estrangeiro.</style></abstract></record></records></xml>