<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><xml><records><record><source-app name="HighWire" version="7.x">Drupal-HighWire</source-app><ref-type name="Journal Article">17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Lessa, Ana</style></author></authors><secondary-authors></secondary-authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Gadismo</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Luso-Brazilian Review</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2016</style></year><pub-dates><date><style  face="normal" font="default" size="100%">2016-06-01 00:00:00</style></date></pub-dates></dates><pages><style  face="normal" font="default" size="100%">138-152</style></pages><doi><style  face="normal" font="default" size="100%">10.3368/lbr.53.1.138</style></doi><volume><style face="normal" font="default" size="100%">53</style></volume><issue><style face="normal" font="default" size="100%">1</style></issue><abstract><style  face="normal" font="default" size="100%">Este artigo procura analisar e contextualizar o conceito de Gadismo fazendo uso de alguns exemplos de músicas brasileiras, principalmente durante o período da ditadura militar no Brasil (1964–1985). Para tanto utilizaremos canções que confirmam e outra que vai de encontro a este conceito como que para confirmá-lo. Portanto, procuramos enfatizar a idéia de que esse Gadismo nas artes possui uma relação direta com a música brasileira como uma maneira de representação da massa oprimida, e também como símbolo de uma nação que viveu momentos tumultuados por extremos de censura, tortura, protesto e exílio, e vive hoje novamente momentos de protestos e violência.</style></abstract></record></records></xml>