<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><xml><records><record><source-app name="HighWire" version="7.x">Drupal-HighWire</source-app><ref-type name="Journal Article">17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Hendrickson, Janet</style></author></authors><secondary-authors></secondary-authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Autoknowledge and Encyclopedia Making</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Luso-Brazilian Review</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2025</style></year><pub-dates><date><style  face="normal" font="default" size="100%">2025-12-01 00:00:00</style></date></pub-dates></dates><pages><style  face="normal" font="default" size="100%">185-206</style></pages><doi><style  face="normal" font="default" size="100%">10.3368/lbr.62.1.185</style></doi><volume><style face="normal" font="default" size="100%">62</style></volume><issue><style face="normal" font="default" size="100%">1</style></issue><abstract><style  face="normal" font="default" size="100%">This article examines two Brazilian encyclopedias created by literary writers: Wlademir Dias-Pino’s Enciclopédia visual and Qorpo-Santo’s Ensiqlopédia, ou seis mezes de huma enfermidade. Through the study of these encyclopedias, I propose that knowledge is a domestic practice that does not primarily consist of the reproducible, universalizing content traditionally associated with encyclopedias; rather, this practice is a mode of building and living in the space a person uses to comprehend things known. I locate knowledge in readers’—and these encyclopedia writers’—embodied encounters with the materials used to build this knowledge, grounding my arguments in place-based theories of knowledge and histories of the encyclopedia genre. I consider how the two Brazilian encyclopedias both symbolically and materially make the architectures of knowledge their writers inhabit. I also consider how the autoknowledge (a term I coin) facilitated by these projects ultimately embodies an ethics of invitation that allows readers to make their own knowledge in another’s place.Este artigo examina duas enciclopédias brasileiras criadas por escritores literários: a Enciclopédia visual de Wlademir Dias-Pino e Ensiqlopédia, ou seis mezes de huma enfermidade de Qorpo-Santo. Através do estudo desses projetos, proponho que o conhecimento é uma prática doméstica: não consiste primordialmente na produção de um conteúdo universal e reprodutível, tradicionalmente atribuído a enciclopédias; ao contrário, trata-se de uma prática de construir e habitar os espaços utilizados para apreender o que se conhece. Eu exploro o conhecimento que emerge dos encontros corporais que os leitores e os escritores aqui analisados têm com os materiais que utilizam para construir esses espaços, baseando-me em teorias espaciais do conhecimento e na história do gênero enciclopédico. Faço uma análise de como as duas enciclopédias brasileiras constroem, tanto simbólica quanto materialmente, as arquiteturas dos lugares que habitam os seus autores. Também considero como o conhecimento facilitado por esses projetos representa uma ética do convite que permite a quem lê a construção do seu próprio conhecimento no lugar do outro.</style></abstract></record></records></xml>